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terça-feira, 21 de junho de 2016

11 dicas de adubação


1. Faça a adubação quando as plantas necessitam dos nutrientes e seja específico com suas necessidades. Durante o crescimento, dê atenção à quantidade equilibrada de nitrogênio, fósforo e potássio, para um crescimento vigoroso. Já em momentos como floração e frutificação, leve em consideração a redução do nitrogênio e o aumento de fósforo e potássio, importantes nessa fase.

2. Evite adubar as plantas quando elas entram em dormência, por dois motivos: Elas pouco aproveitam os fertilizantes, já que seu crescimento estará naturalmente estagnado, e você evita de colocar dinheiro fora. Mas quando as plantas entram em dormência? Geralmente no período frio ou no período seco. Algumas espécies resolvem ser ativas no inverno, florescendo ou frutificando, como algumas orquídeas, a flor de maio, etc. Use a regra geral, mas não esqueça de conhecer as individualidades de cada espécie.

3. Não negligencie a calagem. A correção do pH é primordial para que as plantas possam absorver os fertilizantes do solo. De nada adianta colocar litros de adubo em um solo excessivamente ácido. A absorção será pequena e você vai perder muito dinheiro, já que muitos fertilizantes são rapidamente perdidos para o ambiente. Por isso, antes da implantação e na manutenção de jardins, hortas e pomares, solicite a análise de solo. Ela lhe dá o diagnóstico correto do estado atual do solo, em termos de fertilidade e características físicas, além da necessidade de calcário.

4. Na praia e em outros solos arenosos, acostume-se a fertilizar com mais frequência. Isso acontece porque os nutrientes percolam com mais facilidade neste tipo de solo, assim você os perde mais rapidamente para o ambiente.

5. A adubação de base pode ser a diferença entre o sucesso e fracasso do plantio e transplante. Enriquecer o solo com uma boa quantidade de matéria orgânica, como esterco de curral bem curtido, e nutrientes próprios para um perfeito desenvolvimento das raízes, como fósforo e potássio, fazem toda a diferença no vigor inicial da planta muitas vezes no seu desenvolvimento final. Deixe para colocar as doses maiores de nitrogênio quando a planta já estiver bem estabelecida, dando sinais de crescimento. Nitrogênio na base pode ser utilizado, mas preferencialmente com adubos de liberação lenta e em quantidades modestas. A chance dele queimar as raízes feridas durante o transplante e as delicadas raízes em formação são grandes.

6. Jamais deixe faltar água às plantas durante o período subsequente à adubação. Elas tendem a acumular os sais dos fertilizante e podem se desidratar facilmente. Irrigando bem, você previne sérios danos às plantas.

7. A adubação ideal é aquela que é gradual e de acordo com a fase da planta, em termos de quantidade e qualidade de nutrientes. No entanto, geralmente os adubos de liberação lenta são caros e sua compra pode ser inviável. Aproveite a capacidade que as plantas tem de armazenar nutrientes em seus tecidos, como o nitrogênio por exemplo e lembre-se disso quando foi fertilizar hortaliças. Não adube se já estiver pensando na colheita. Os altos níveis de nitrogênio acumulados podem ser prejudiciais à saúde de quem consumir folhas e frutos.

8. Sempre aplique os fertilizantes em dose menor ou igual à indicada na embalagem do produto. Principalmente se eles forem adubos ricos em nitrogênio, como uréia, estercos, ou NPK 10-10-10, por exemplo. É muito comum as plantas murcharem e morrerem da noite para o dia, devido à aplicação excessiva de adubos.

9. Os dias nublados são os melhores para fertilizar as plantas. Evita-se a ação do sol intenso sobre as plantas, que ficam sensibilizadas e perde-se menos nitrogênio por volatilização. Da mesma forma, os dias chuvosos provocam grandes perdas de nutrientes, que são carregados pela água.

10. Jamais utilize estercos frescos ou mal curtidos, assim como restos de alimentos, cascas, diretamente sobre o solo. A fermentação destes materiais produz substâncias que são muito prejudiciais às plantas, podendo queimar a apodrecer raízes e colo. Faça sempre a compostagem destes materiais antes de utilizar, para evitar este tipo de
problema e aproveitar melhor os ricos nutrientes que eles contém.

11. A fertilização mal calculada, seja em excesso ou aplicada em dias impróprios, não é somente um desperdício de dinheiro. Os nutrientes perdidos para o ar por volatilização são prejudiciais à camada de ozônio. Da mesma forma, os que são carregados pela água da chuva e regas, podem percolar até os lençóis subterrâneos e contaminar importantes fontes de água potável. Além disso, ainda é bastante comum que cheguem aos cursos de água, como lagos e rios, e provoquem a eutrofização, por crescimento exagerado de algas e plantas aquáticas.

Fonte: Jardineiro.net

sábado, 24 de outubro de 2015

Cultivo de plantas - Cultivo da Pimenta


Nome Científico: Capsicum spp
Nomes Populares: Pimenta, Malagueta, Pimenteira, Piri-piri
Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais, Ervas Condimentares, Flores Perenes, Frutas e Legumes,Plantas Hortícolas
Clima: Continental, Equatorial, Mediterrâneo,Subtropical, Temperado, Tropical
Origem: América Central, América do Norte, América do Sul
Altura: 0.3 a 0.4 metros, 0.4 a 0.6 metros, 0.6 a 0.9 metros, 0.9 a 1.2 metros, 1.2 a 1.8 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

O gênero Capsicum inclui plantas de frutos picantes, conhecidos como pimentas, assim como plantas de frutos “doces”, os pimentões. As diferentes espécies de pimenta conhecidas podem ser classificadas como domésticas, semi-domesticadas e selvagens. As espécies domésticas e mais cultivadas são a C. annuum var. annuum, C. baccatum var. pendulum, C. chinense, C. frutescens eC. pubescens. As pimentas deste gênero não apresentam relação botânica com outras pimentas comumente utilizadas como tempero, como a pimenta-do-reino (Piper nigrum), pimenta-da-jamaica (Pimenta dioica ou pimenta-rosa (Schinus sp).

As pimentas são cultivadas principalmente com fins alimentares, medicinais, condimentares e ornamentais. Elas apresentam caule lenhoso ou semi-lenhoso, ramificado, ereto ou recurvado, e folhas lanceoladas, verdes e brilhantes, com nervuras bem marcadas. O porte é variável, sendo que algumas cultivares são anãs e outras podem atingir 1,5 metros de altura. As flores são em sua maioria brancas, mas algumas variedades apresentam flores arroxeadas. O fruto é uma baga de tamanho variável, que pode ter formato esférico, cônico, campanulado, entre outros e apresentar diversas cores, como verde, branco, amarelo, vermelho, laranja, preto, marrom ou violeta.

A capsaicina e outros compostos do grupo dos capsaicinóides são os responsáveis pelo sabor picante das pimentas. Esta picância é medida em escala própria, a escala Scoville, que parte do pimentão, como tendo picância 0 e vai aumentando em unidades até chegar às pimentas mais picantes, com 300,000 unidades, conhecidas como habaneros. Na culinária as pimentas são utilizadas em conservas, molhos, saladas, recheadas, etc e seu uso é tão difundido que faz parte das mais diversas culturas orientais e ocidentais.

Apesar de consideradas perenes, as variedades atuais de pimenteiras são selecionadas para frutificarem intensamente em um curto período de tempo. Desta forma, após o primeiro ano, elas perdem a beleza, enfraquecem, produzem menos e se tornam sensíveis a pragas e doenças. Os vasinhos e canteiros devem ser reformados a cada um ou dois anos e, para que as pimenteiras ornamentais sejam mais longevas, o raleio de flores e a colheita permanente dos frutos maduros são recomendados.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, profundo, leve, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. A pimenteira aprecia adubações semanais durante o crescimento e floração e adubações quinzenais durante a frutificação. Não tolera estiagem, encharcamento, frio ou geadas. Multiplica-se por estaquia e mais comumente por sementes. A colheita inicia-se de 100 a 120 dias após o plantio.

Fonte: Jardineiro.net

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Saiba quais são as plantas ideais para enfeitar o lar no outono




A nova estação é caracterizada pela queda de temperatura e das folhas das árvores, há redução de luz solar, os dias ficam mais curtos, as noites, mais longas. Esse período pede flores especiais para a decoração da casa e do jardim. A natureza, sábia, reserva espécies próprias para cada época do ano. A paisagista Erly Hooper, com mais de 35 anos de carreira, formada em decoração pela Fundação Mineira de Artes Aleijadinho (Fuma), hoje Escola de Desing/Uemg, e assinando os mais variados projetos residenciais e comerciais, além de participações em mostras, ensina que nosso clima tropical não apresenta as estações do ano tão marcadas como no temperado. Mas podemos perceber a chegada de uma estação com temperaturas mais amenas. A estação das flores é a primavera, mas algumas espécies florescem no outono – inverno. As quaresmeiras e paineiras já estão enfeitando as ruas e parques anunciando que o clima está esfriando. No outono, as camélias mostram suas lindas flores. A cabeça-de-velho (Euphorbia leucocephala) fica toda branquinha, coberta de flores.

Erly destaca as azaleias entre as espécies que florescem no outono, que já começam a soltar flores para ter seu apogeu no inverno. “Algumas espécies de buganvília, as de tons rosados e lilases, colorem os muros nesta estação com outras trepadeiras como: clerodendrum, o jasmim-dos-poetas, a glicinea e o jasmim-amarelo. Quem também florece nesta época são Streptosolen, rosas, áster, Alpinia zerumbete e Heliconia angusta.”

A paisagista explica que, com o desenvolvimento das cultivares, que são espécies de plantas que foram melhoradas devido a alteração ou introdução, pelo homem, podemos encontrar o ano inteiro no mercado muitas opções de flores para enfeitar o interior das casas. “Os vasos de cattleyas ou outras espécies híbridas de orquídeas são ótimas opções por durar muito tempo dentro de casa. Com boa durabilidade, podemos usar a Celosia argentea e os vasos de Anthurio de todas as cores. Folhagens são boas opções, como asplênio, jiboia, peperômias e Philodendros. O verde sempre alegra e embeleza todos os ambientes da casa.”

Erly enfatiza que é importante que as plantas sejam colocadas em locais com boa luminosidade para aumentar o tempo de duração. “A rega, de modo geral, deve ser feita sempre que a terra começar a secar. Colocar o dedo na terra é a melhor forma de sentir se a planta está precisando de água. Tanto a falta como o excesso de água fazem mal.” Para a paisagista, a particularidade do outono é que, nesta estação, “as plantas começam a entrar na época do descanso vegetativo. Por isso, é hora de podar e adubar o jardim, para ele estar saudável na primavera”.

HIBERNAÇÃO

A paisagista Daniela Sedo, de São Paulo, reforça que, no outono, as plantas começam a entrar em estágio de hibernação, as flores e árvores se alimentam menos, já que entram em estado de “dormência”. “É justamente no outono que as plantas se esguardam de energia, para que na primavera floresçam, frutifiquem e se mantenham bonitas por mais tempo. Muitas espécies não florescem nesta época. Porém, sua folhagem se mantém verdinha, desde que bem tratadas. Como forma de proteção do frio, elas economizam energia e há espécies que perdem as folhas.”

Daniela lembra que, no outono, a adubação deve ser intensificada para que absorvam ao máximo os nutrientes. “Quem gosta de plantas e flores não abre mão de tê-las sempre bonitas em casa, mesmo em estações como o outono e o inverno. Por isso, uma opção pode ser a montagem de um projeto de jardim de outono – inverno, com o colorido da azaleia, begônia, bico-de-papagaio, camélia, flor-de-maio, ipomeia, orquídea, quaresmeira, sálvia, antúrio, bela-emília, pinheiro, kaisuca, buchinho, peperomia, miniantúrio, entre outras espécies.” Para ela, a estação é ideal para trabalhar com paisagismo dentro de casa, com vasos coloridos feitos de resina – que dão um ar sofisticado e moderno aos ambientes. “O importante é cuidar bem das espécies nesse período, para que na primavera – verão as flores estejam lindas e floridas.”

Fonte: Estado de Minas - Lugar Certo

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

10 Dicas para economizar água no jardim



Economizar água no jardim não é uma ideia nova, mas atualmente tem se tornado absolutamente importante. Além de reduzir a conta de água, o meio ambiente agradece o cuidado.

1. Irrigue de forma inteligente. Ao irrigar à noite, você reduz as perdas por evaporação, e dá mais tempo para as plantas se reidratarem. Também reduz a a irrigação de 5 vezes por semana para no máximo 2. Não irrigue quando houver previsão de chuva iminente. A redução gradativa na frequência das regas, força as plantas a aprofundarem suas raízes, tornando-as cada vez mais independentes.

2. Plante as espécies certas. Ao escolher espécies nativas da sua região, pode ficar tranquilo que elas perfeitamente vão se encaixar no clima e no regime de chuvas locais, dispensando regas suplementares. Também prefira as oriundas de regiões áridas, como as suculentas em geral. Essas plantas tem estruturas e maneiras especializadas na economia de água.

3. Utilize cobertura morta. Evite a perda de água pelo solo, cobrindo os espaços entre as plantas com uma cobertura morta, tal como palha, folhas secas, casca de pinus, serragem grossa, etc. Vale até papel e panos velhos. A cobertura se decompõem, nutrindo as plantas, evita o surgimento de ervas daninhas e reduz drasticamente a evaporação da água.

4. Colete a água da chuva. Monte um coletor para aproveitar a água que escorre do telhado pelas calhas. Há ideias simples e de fácil aplicação. Procure uma que se encaixe à sua realidade.

5. Recicle. Regue as plantas com a água que sobra na cozinha, como àquela que sobrou no copo de beber, a utilizada no cozimento dos legumes e da massa. Só não pode utilizar águas contaminadas com sal.

6. Plante árvores. As árvores sombreiam o jardim e as casas, reduzindo a temperatura. Além disso, depois de bem estabelecidas, não necessitam irrigação e são capazes de encontrar a água de que necessitam das profundezas do solo. A água transpirada pelas árvores ainda toma parte na umidade ambiental que favorece a formação das nuvens de chuva.

7. Reduza o espaçamento. Em hortas, você pode economizar água adensando os plantios. Assim a área a irrigar e a área exposta de solo é menor.

8. Controle as ervas daninhas. Além de enfeiar seu jardim, as ervas daninhas competem por água e nutrientes.

9. Proteja contra os ventos. Plante arbustos quebra-ventos, para reduzir a evaporação tanto do solo quanto das plantas.

10. Utilize pisos porosos. Cubra caminhos e decks com pisos capazes de drenar a água. Assim a água não se perde para a rua, ela penetra no solo e ajuda a irrigar profundamente as plantas do seu jardim.

Fonte: Jardineiro.net

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Plantas tóxicas

Na elaboração de um jardim, a escolha das espécies exige cautela e conhecimento. Algumas espécies, aparentemente parecem ser inofensivas, mas quando ingeridas ou em contato com a pele, causam sérias intoxicações e alergias. Algumas espécies contém substâncias nocivas à saúde de animais e seres humanos, podendo até ser fatais. Existem aproximadamente 400 espécies de plantas ornamentais tóxicas.
Segundo o Centro de Toxicologia do Hospital das Clínicas de São Paulo, o índice de óbitos por intoxicação de plantas é baixo, e quando acontece, na maioria dos casos, tem como responsáveis principais a Mamona (Ricinus communis), e a Mandioca-Brava (Manihot utilissima). Os acidentes mais frequentes dão-se devido a ingestão de espécies como a Trombeteira ou Saia-Branca (Brugmansia suaveolens), a Coroa-de-Cristo (Euphorbia milli), Comigo-Ninguém-Pode (Dieffenbachia maculata “Picta”), e a Espirradeira (Nerium oleander), que são espécies mais comuns nas casas.
A maior parte dos casos ocorrem com crianças com idade entre dois e sete anos, embora sejam também registrados casos com adultos e animais. Veja abaixo algumas precauções e outras espécies ornamentais tóxicas:

Precauções

  • Ensine as crianças a não colocar plantas na boca;
  • Conheça todas as plantas da casa, seu nome e características;
  • Não coma, nem faça chás de plantas desconhecidas;
  • Quando reformar ou planejar um jardim, informe-se sobre as espécies a serem utilizadas;

Espécies Ornamentais Tóxicas


Fonte: Jardineiro.net

sábado, 28 de junho de 2014

Introdução à poda de plantas

No campo da jardinagem, a poda constitui uma das operações fundamentais, e consiste na eliminação periódica de uma das partes dos ramos das plantas ornamentais ou frutíferas. O corte deve ser realizado em diferentes momentos, segundo as características e a utilização das diferentes plantas, para modificar ou regular o aspecto e a floração.

As podas podem ser da seguinte maneira:
Espécies florais: se realizam fundamentalmente para preparar a planta para a floração seguinte, melhorando a qualidade e a quantidade, ao mesmo tempo em que mantém a planta com uma forma adequada.
  • Espécies arbustivas e de folhagem decorativa: geralmente estas espécies são utilizadas como cercas vivas. Neste caso a pode deve ser para manter a forma utilizada e desejada desde o princípio, evitando assim perder a estética. O momento mais adequado para realizar a poda não pode ser uma regra geral e única, depende das exigências de cada espécie, mas de maneira geral podemos mencionar que a época de podas corresponde aos meses de outono e começo de inverno, período em que não há atividade de produção vegetativa nas plantas.

  • Espécies frutíferas: A finalidade da poda nas espécies frutíferas é reduzir ao máximo a fase improdutiva das plantas jovens, provocar frutificações regulares, melhorar a qualidade dos frutos e modificar a forma da planta.

  • Razões para podar:

  • -Formação da planta
  • -Melhorar a entrada de luz
  • -Forçar novas brotações
  • -Diminuir o ataque de pragas e doenças
  • -Eliminar ramos e flores secas
  • -Rejuvenescer a planta
  • -Reduzir o tamanho da planta
A formação da planta é uma prática que se deve realizar para melhorar a distribuição dos ramos e para manter um tamanho uniforme das plantas. A poda de formação pode-se realizar normalmente na maioria das espécies de plantas.
Certos tipos de poda podem prover melhor entrada de luminosidade nas copas das plantas.
A indução da brotação é estimulada pela poda, assim se produzem mais ramos, portanto existe mais folhagem, o que possibilita maior florescimento da planta.
O aumento da quantidade de flores, principalmente quando se trata da produção de flores de corte, é uma das razões mais importantes para o uso das podas. Obtendo-se maior número e tamanho de flores.
A poda é uma prática cultural muito importante, que se realiza para o controle de pragas e doenças que afetam os ramos.
A eliminação dos ramos e flores secas é um método de diminuir o ataque de pragas e doenças e pode melhorar a aeração e a penetração de produtos químicos durante a pulverização.
Uma poda de rejuvenescimento (eliminação de todos os ramos velhos e secos) pode beneficiar a planta, aumentando a longevidade da mesma, melhorando as condições de sanidade, a qualidade e a quantidade de flores ao mesmo tempo em que mantêm a planta com uma forma adequada.
Tipos de Poda
1. Formação
Esta poda deve ser realizada geralmente em espécies arbustivas, melhorando a distribuição dos ramos. Ela se realiza geralmente ainda no viveiro, procurando obter a forma adequada, que logo podemos contemplar depois do plantio no lugar definitivo.

2. Rejuvenescimento
Esta poda deve ser executada em plantas com certa idade ou com problemas fitossanitários e que têm potencial de recuperação através da poda.
Neste tipo de poda, enquadra-se a poda drástica (esquelética): se deixa somente o tronco principal, tendo como conseqüência uma completa renovação da copa. Esta poda pode matar a planta e deve ser seguida de uma boa fertilização e arejamento do solo. Sua utilização é controvérsia, não sendo indicada para a maioria das espécies e deve ser utilizada com extremo critério.
3. Poda de tratamento de inverno
A poda típica de auxílio ao controle de pragas e doenças é executada no outono e inverno, também pode ser feita a qualquer momento, quando for necessária. Para o controle de enfermidades dos ramos, como cochonilhas ou fumagina, a poda de tratamento de inverno tem efeito benéfico.
4. Poda lateral
Essa poda é característica para o controle do tamanho da planta e pode ser aplicada de acordo com a necessidade, em sebes ou pomares. Também ajuda a dar mais espaço entre as plantas, aumentando a aeração e a luminosidade.
Fonte: Jardineiro.net

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Cultivo de plantas - Cultivo da Espada de São Jorge

  • Nome Científico: Sansevieria trifasciata
  • Nomes Populares: Espada-de-são-jorge, Língua-de-sogra, Rabo-de-lagarto, Sansevéria
  • Origem: 
  • Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno

Herbácea de resistência extrema, excelente para jardins de baixa manutenção. No entanto seu crescimento é um pouco lento. Suas folhas são muito ornamentais e podem se apresentar de coloração verde acinzentada e variegadas, com margens de coloração branco-amareladas, todas com estriações de um tonalidade mais escura. As flores brancas não tem importância ornamental. É uma planta de utilização bastante tradicional e a cultura popular recomenda como excelente protetor espiritual.
Devem ser cultivadas à pleno sol ou meia-sombra, em vasos ou em maciços e bordaduras. Resiste tanto à estiagem, como ao frio e ao calor, além de ser pouco exigente quanto à fertilidade. Multiplica-se por divisão de touceiras, formando mudas completas com folhas, rizoma e raízes.
Fonte: www.jardineiro.net

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

8 dicas de plantas e cuidados com vasos em casa


Não tem um jardim em casa ou no apartamento mas mesmo assim quer ter algumas plantinhas? Veja algumas dicas para ter plantas saudáveis em vasos:

1. Observe a luminosidade do espaço, que determinará o tipo de planta que você deverá usar em casa. Algumas plantas necessitam de luz direta para sobreviver, enquanto outras preferem um pouco de sombra.

2. Evite deixar as plantas em quartos. O excesso de gás carbônico no ar, devido à respiração das pessoas, pode atrapalhar o desenvolvimento das plantas.

3. As plantas devem estar em locais com circulação de ar, mas cuidado: muito vento também é prejudicial, principalmente para plantas com folhas maiores.

4. Converse com os vendedores de mudas e plantas para escolher plantas da sua região. Elas vão precisar de menos cuidados para se desenvolver, já que estão adaptadas ao clima local.

5. Escolha um vaso de tamanho adequado para a plantinha que escolher.

6. A planta precisa ser regada e adubada, mas a quantidade depende da espécie. O vendedor das plantas poderá passar as informações corretas. O ideal é que você tenha uma rotina, para não esquecer de molhar a planta quando necessário.

7. Não esqueça das plantas quando for viajar. Você pode pedir para alguém cuidar delas ou deixar uma garrafa PET com água virada dentro do vaso (a água vai indo aos poucos para a terra).

8. As folhas das plantas também acumulam poeira. Por isso, uma vez por mês, use um pano úmido (com água mineral ou de coco, que é um inseticida natural) e limpe todas as folhas com cuidado.

Fonte:atitudesustentável.uol.com.br/blog

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Transforme a decoração de casa gastando pouco com arranjos e buquês de flores


Chegar do trabalho todos os dias e se deparar com a mesma decoração de sempre pode ser cansativo. E quando o dinheiro encurta e nem a mudança de posição dos móveis acaba com a insatisfação, o jeito é buscar alternativas rápidas e baratinhas para inovar. Pois saiba que um belo arranjo ou buquê de flores podem ser ótima opção para transformar uma parede morta ou um cantinho esquecido em espaços de destaque.

A florista carioca Suzana Milman, proprietária da loja Florisbela e responsável pelos arranjos do hotel Copacabana Palace, afirma que independente do cômodo em que as plantas serão colocadas, todas precisam de luz. “Por isso, é indispensável que as janelas fiquem abertas sempre. Outra dica muito importante e que as pessoas esquecem é de limpar as pétalas e as folhagens. Um paninho e um borrifador resolvem rapidamente e a planta respira melhor”, explica Suzana.

Para decorar a sala, a florista ensina que o ideal é que optar por flores que complementem a decoração. “Se o ambiente é muito branco, flores coloridas formam um ponto de atenção. Já uma sala com elementos rústicos combinam melhor com um arranjo verde, por exemplo. O ideal é que role uma conversa harmoniosa entre as flores e o estilo do cômodo”. Se a ideia é desembolsar um pouco a mais e investir em algo maior e duradouro, Suzana indica alguns tipos de palmeiras, que são vendidas por hastes. “A ráfia é a opção certa para as famílias mais tradicionais. Pleoméria também é uma escolha bacana, fica grandinha e tem um verde lindo”, diz. Já para o quarto, cores claras e suaves oferecem a delicadeza ideal. “Rosas brancas ou orquídeas rosadas embelezam sem pesar, mas a água do vasinho deve ser trocada todos os dias, para não criar um cheiro desagradável”, diz.

Urgência
E se durante o expediente, o marido ligar e avisar que os amigos irão fazer uma visita para o jantar? “Compre muitas flores, todas do mesmo tipo, e as coloque em um vaso bem bonito. Para dar menos trabalho, escolha aquelas com o caule mais limpo. Copos de leite e flores tropicais como estrelícia e caribea sempre fazem sucesso. Se a ideia é dar um colorido, rosas com tons parecidos, como laranja e cor-de-rosa ficam lindas”, conta Suzana.
Com todas essas dicas, agora é só aplicar a criatividade e deixar os ambientes da sua casa de cara nova e cheios de vida.
Fonte: www.daquidali.com.br

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Saiba como fazer o arranjo de flores de corte durar mais e conheça as plantas resistentes

Conservar a beleza dos arranjos em vasos por mais tempo não é uma tarefa difícil. Com dicas simples e a escolha das espécies adequadas é possível manter as flores viçosas por dez ou até quinze dias.
Os cuidados devem começar na seleção de flores saudáveis e na escolha de plantas duráveis. O paisagista Marcos Brancher, sócio diretor da MB Flores, lembra que é importante checar previamente se a planta não tem flores secas ou murchas e se não há sinais de doenças, pragas ou danos físicos.
Outra recomendação é verificar se as flores estão devidamente limpas e embaladas. Caso adquira flores murchas, não é possível reavivá-las. Talvez consiga até melhorar o aspecto visual delas, mas a durabilidade certamente estará comprometida. Brancher aconselha que se dê preferência às flores com muitos botões. Quanto maior o número de botões, maiores serão as chances do arranjo durar mais.
De forma geral, as espécies tropicais como estrelizias, helicônias, alpínias, cravos e copo-de-leite suportam melhor o clima brasileiro, resistindo por 10 a 15 dias após o corte. “A astromélia, o lisianto e o antúrio também podem durar por até quinze dias”, diz Greice Peralta, paisagista do Shopping Garden. Ela explica que a maioria das flores mais comercializadas nas floriculturas, como as gérberas e as rosas, dura apenas de três a cinco dias após o corte.
Outra dica da paisagista na hora de escolher uma flor durável é observar a cor. Segundo Greice, embora haja exceções, as flores de tonalidades escuras tendem a ser mais resistentes.

Cuidados para tomar em casa

Os cuidados que visam aumentar a durabilidade das flores devem continuar ao chegar em casa. Em primeiro lugar deve-se retirar as plantas da embalagem que as envolve, o que nem sempre é feito justamente na expectativa de aumentar a proteção dos arranjos. “Manter a flor na embalagem plástica é um erro”, diz Marcos Brancher. Mantenha as flores em recipientes previamente desinfetados e com água limpa.
Uma prática fundamental para ajudar a tornar as flores menos perecíveis é fazer um corte de dois centímetros na base, em sentido longitudinal. Isso serve para aumentar a área de absorção de água pelas hastes. Mas, atenção: o corte deve ser feito com tesouras ou facas bem amoladas para não esmagar os tecidos das hastes, predispondo-as ao apodrecimento precoce. “Se for possível realizar o corte com o caule mergulhado na água, melhor será a absorção de água por parte da planta”, sugere Brancher.
Independente do tipo de flor e do arranjo, é fundamental retirar todo o excesso de folhagem que possa ficar sob a água para evitar apodrecimento e mau cheiro. Pelo mesmo motivo, com o passar dos dias, deve-se eliminar as folhas e pétalas murchas.
De forma geral, a vitalidade das flores fica bastante comprometida quando há exposição a climas extremos, sobretudo em ambientes muito secos, com ar condicionado, com muito vento ou mesmo muito quentes. Esse tipo de situação acelera a deterioração das flores. Portanto, se a intenção é fazer com que a flor dure, o ideal é mantê-la em ambientes frescos e sombreados.

Uso de aditivos para água

Na maior parte das vezes, água limpa é tudo do que uma flor precisa para ficar bem. O recomendável é que o líquido do vaso seja trocado a cada dois dias ou sempre que começar a ficar turvo.

Também é possível “aditivar” a água, na tentativa de fortalecer a flor. Greice Peralta, do Shopping Garden, conta que uma opção é utilizar conservantes em pó ou líquido, à venda em floriculturas e lojas de jardinagem. Esses produtos atuam reduzindo a presença de microorganismos nocivos, aumentando a durabilidade da planta.

Cinco erros que comprometem a durabilidade das flores

* Não retirar a embalagem da flor ou do vaso
* Não trocar a água do vaso com frequência
* Manter as flores próximas a ventiladores, ar condicionado ou locais de vento intenso
* Fazer a troca de água por água gelada. Isso causa choque térmico e diminui a resistência da planta
* Colocar gelo na base da flor para prolongar sua durabilidade. “Este método só funciona para a tulipa, que é uma espécie originária de locais frios”, diz Greice Peralta, paisagista do Shopping Garden.

Fonte: Uol

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Como cuidar bem de plantas em vaso




O segredo para ter plantas bonitas e saudáveis em casa é dar a elas condições próximas ao de seu habitat de origem. Ou seja, pensar na composição da terra, na incidência de luz, na água e na nutrição. No caso do cultivo em vasos, prefira recipientes de barro ou cerâmica por imitarem o solo, possibilitando que as raízes respirem mais facilmente. À noite, evite deixar as espécies sob a iluminação artificial: assim como as pessoas, elas precisam passar horas no escuro. Quando chove, sempre que possível, coloque os vasos debaixo d'água - as plantas ganham viço depois de um bom banho de chuva. Essas regras simples nasceram da observação e da sensibilidade dos apaixonados por jardinagem. Convivendo de perto com seus exemplares preferidos, você também pode descobrir como tratá-los da melhor maneira possível. "Quem gosta de plantas já entende o assunto", afirma o engenheiro agrônomo Onélio Argentino, professor da Escola Municipal de Jardinagem de São Paulo. "Mesmo que a pessoa erre um pouco no começo, basta ter paciência e atenção à natureza para aprender. As espécies vão nos guiando", complementa.

Água na dose certa

Como saber qual é a quantidade de água de que cada espécie precisa? Um caminho é observar o desenvolvimento das plantas para descobrir suas necessidades. "Grande parte dos exemplares morre por excesso de água e não por falta dela. É preferível regar freqüentemente e sem exageros. Terra encharcada propicia o aparecimento de fungos e pragas e provoca o apodrecimento das raízes", afirma o paisagista João Jadão, da Planos e Plantas. Para não errar na dose, veja algumas dicas:

• Sinta a umidade da terra pressionando o dedo no vaso até 2,5 cm de profundidade. Regue apenas se perceber que o solo está seco.

• Procure molhar as plantas pela manhã. Assim haverá tempo para a absorção e a evaporação de um eventual excesso. A umidade que persiste por toda a noite aumenta a chance de um ataque de fungos.

• Use um regador que passe entre as folhagens sem machucá-las e libere um pequeno volume de água por vez. Os de bico longo funcionam bem.

• Durante os meses de inverno, as regas devem ser mais espaçadas, pois as plantas entram em repouso.

• Vasos de barro absorvem mais água que os de plástico e pedem um intervalo menor entre as regas. Mas é justamente a porosidade do material que permite que as raízes respirem melhor.

Algumas espécies, como a avenca, necessitam ainda de umidade no ar. Para criar essa condição, um recurso é pulverizar água ao redor da planta todos os dias, mesmo sem molhar a terra. "Isso cria um microclima apropriado", diz Jadão. Outra sugestão dos paisagistas é tentar reproduzir uma mata, agrupando vários vasos num mesmo local. Juntas, as plantas transpiram e liberam maior volume de vapor d'água. Longos períodos sem regas deixam as plantas ressecadas e debilitadas - algumas não se recuperam e chegam a morrer. Quando você viajar, peça para um amigo que goste de jardinagem assumir a tarefa de regar ou, se a ausência for curta, instale no vaso um gotejador de plástico com regulagem de vazão. Uma alternativa para manter a terra úmida é a técnica do barbante: coloque água em uma garrafa PET, feche e faça um furo na tampa. Passe um barbante pela abertura, de forma que ele chegue ao fundo do recipiente. Enterre a outra ponta do fio no vaso.

O preparo da terra

A chamada mistura básica, usada para a maioria das plantas, tem a seguinte proporção de tipos de solo e outros ingredientes: 1/3 de areia de rio (a areia de mar não deve ser empregada devido à grande quantidade de sal), 1/3 de terra comum e 1/3 de material orgânico (húmus, esterco), do qual as plantas vão retirar os nutrientes fundamentais. "Para dar leveza à receita, pode-se substituir a areia por algum substrato pronto que contenha vermiculita (rochas trituradas), palha de arroz ou outro item que deixe a composição mais areada e mantenha a água e os nutrientes disponíveis por mais tempo", afirma o engenheiro agrônomo Onélio Argentino. Espécies tropicais, como as samambaias, que apreciam a umidade, podem ser plantadas em outra proporção de ingredientes: 2/4 de húmus, 1/4 de terra e 1/4 de areia. Qualquer que seja o tipo de planta, as dicas abaixo ajudam a aproveitar melhor os nutrientes do solo:

• As regas vão achatando a terra. Sempre que notar que ela está endurecida, revolva para afofar, com o cuidado de não ferir caules e raízes.

• Se não conseguir deixar a terra soltinha, verifique se as raízes da espécie cresceram demais. Em caso positivo, é hora de transplantá-la para um vaso maior.

Luz garante o verde

Sem luminosidade, as plantas não realizam a fotossíntese, uma de suas funções essenciais. O pigmento verde clorofila, sob a ação da luz, retém gás carbônico, libera oxigênio e vapor d'água, que refresca os ambientes. A fotossíntese também é o processo pelo qual as espécies produzem os açúcares que as alimentam. "É por isso que, em local escuro, as plantas enfraquecem a ponto de fenecer", explica a arquiteta Aline Najar, da Geovida. Há, claro, exceções. "As variedades de interior, de verde mais intenso, suportam melhor os ambientes com baixa luminosidade", diz. Já as folhagens coloridas, como o cróton, e as espécies floridas não abrem mão de luz solar para realçar seus matizes. Se você cultiva exemplares dentro de casa, não se esqueça destes detalhes:

• A claridade das janelas chega lateralmente às plantas, que tendem a crescer em direção à luz. Resultado: um lado fica mais farto e viçoso que o outro. Para evitar o problema, gire o vaso com regularidade.

• Quem tem quintal ou varanda aberta pode fazer um rodízio: deixe os vasos que ficam em ambientes fechados tomando sol por alguns dias e traga os da área externa para o interior.

Cuidados ao podar

A remoção de partes da planta só deveria ser efetuada com um objetivo: dar saúde e vigor à espécie. Isso quer dizer retirar galhos secos, doentes e mal-formados, que danifiquem o equilíbrio do formato original da planta. A operação é conhecida como poda de limpeza. "Excetuando esses casos, não se deveria podar, pois cada corte desnecessário faz a planta sofrer um estresse", acredita a arquiteta Aline Najar. No caso de plantas lenhosas, que tenham galhos duros e secos, recomenda-se, após o corte, passar algum cicatrizante no local, como o gel das folhas de babosa (Aloe vera) ou própolis em gotas. Espécies que dão flores merecem uma atenção a mais: sempre remova as flores secas e murchas. "Flores mortas podem apodrecer e levar ao aparecimento de fungos", diz a arquiteta.

Adubo que revigora

Os três elementos básicos para um solo sadio estão contidos na sigla NPK, que significa nitrogênio, fósforo e potássio. Eles podem ser comprados juntos, em um adubo à venda em lojas de jardinagem, ou separados, em fontes naturais. O nitrogênio é encontrado em húmus de minhoca, esterco e torta de mamona, o fósforo, na farinha de ossos, e o potássio, em cinzas de madeira obtidas da queima de lenha. "Você pode pedir o material em uma pizzaria ou padaria. Já as cinzas de churrascarias contêm muito sal e prejudicam as plantas", aconselha Onélio Argentino.

Outras dicas para uma adubação correta:

• Use de preferência adubos orgânicos. Eles contêm os mesmos microorganismos do solo e tornam a terra nutritiva e fofa para que as plantas respirem melhor.

• Retire cerca de um terço da terra do vaso, acrescente o adubo a ela, na proporção indicada, e depois recoloque a mistura no recipiente.

• Após a adubação, molhe a terra. A água serve de condutor para os sais minerais e dissolve eventuais excessos, que podem prejudicar as raízes.

Fonte: Casa Claudia

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Cultivo de plantas - Cultivo do Lisianto



Nome Popular: Lisianto, genciana-do-prado
Família: Gentianaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Estados Unidos e México
Ciclo de Vida: Bienal

O lisianto é uma planta linda, de popularização crescente, principalmente como flor-de-corte. Sua folhagem é ereta, pouco ramificada e suas folhas são oval-lanceoladas, opostas, um pouco suculentas e de coloração verde acinzentada. As flores são muito duráveis, grandes e podem ser simples, semidobradas ou dobradas, de coloração azul, rosa, violeta ou branca, além de mesclas e tonalidades intermediárias. Sua floração ocorre nos meses quentes.

É muito comercializada em vasos, mas principalmente como flor-de-corte para a confecção de arranjos florais, conferindo sofisticação e delicadeza aos buquês. Não é raro confundir suas flores com as da roseira (Rosa sp), mas a observação de sua folhagem diferente torna fácil a identificação. Pode ser cultivada no jardim, em maciços ou bordaduras informais, mas exige um clima mais ameno para um perfeito desenvolvimento.

Devem ser cultivadas sob meia-sombra, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Apesar de bienais devem ser tratadas como anuais, pois perdem a beleza com o tempo. Tolerante à geadas. Multiplica-se por sementes.

Autor: Raquel Patro
Fonte: www.jardineiro.net

terça-feira, 8 de maio de 2012

Cultivo de plantas - Cultivo da Gérbera


Nome Científico: Gerbera hybrida
Nome Popular: Gérbera, margarida-da-áfrica, margarida-do-transvaal
Família: Asteraceae
Divisão: Angiospermae
Origem: África
Ciclo de Vida: Perene

A gérbera é uma excelente flor de corte, de grande duração. Ela é originária da hibridização entre Gerbera jamesonii e a Gerbera viridifolia. Suas flores têm pétalas com cores vivas e o centro também pode ter cores diferentes. Além disso, suas flores podem ser simples ou dobradas. Possui hastes longas e folhas bem verdes. Muito utilizada em arranjos florais elaborados, como o ikebana. Algumas variedades se prestam à formação de maciços e bordaduras nos jardins e como planta de vaso. Devem ser cultivadas a pleno sol, em solo composto de terra de jardim e terra vegetal, bem adubado, com regas regulares. Apreciam o frio. Multiplicam-se por sementes ou por divisão da planta.

Autor: Raquel Patro

Fonte: www.jardineiro.net

domingo, 8 de abril de 2012

Guia de Referência Rápida de Sintomas das Plantas


Pontas das folhas marrons:

• Umidade atmosférica muito baixa;
• Excesso de fertilizante;
• O substrato não está retendo água suficiente;
• Excesso de flúor ou cloro na água da rega.


Folhas amareladas:

• Falta de fertilizante;
• Excesso de regas;
• Correntes de ar quente;
• Correntes de ar frio;
• Folhas velhas.

Folhas caindo:

• Umidade atmosférica muito baixa;
• Excesso de água;
• Falta de água;
• A planta está se adaptando ao novo ambiente.

Folhas nascem pequenas:

• Baixa luminosidade;
• Alta luminosidade;
• Falta de fertilizante.

Folhas com áreas mortas:

• Provocadas por pingos de água fria;
• Provocadas por queimaduras do sol.

Folhas com hastes longas:

• Baixa luminosidade;
• Excesso de nitrogênio fertilizante.

A planta não cresce:

• Local muito frio;
• Baixa luminosidade;
• Vaso pequeno;
• Podas erradas;
• Falta de fertilizante.

Os botões caem:

• Correntes de ar quente;
• Correntes de ar frio;
• Umidade atmosférica insuficiente;
• Ambiente muito aquecido;
• Substrato ruim, não está retendo fertilizante nem água;
• Planta constantemente mudada de local.

Não produz flores:

• Baixa luminosidade;
• Podas erradas;
• Regas em excesso;
• Falta de fertilizante.

Murcha freqüentemente:

• O vaso está pequeno;
• Ambiente muito quente;
• Umidade atmosférica insuficiente.

Fonte: www.jardineiro.net

quarta-feira, 21 de março de 2012

Como cuidar de suas plantas no outono


Pessoalmente fiquei triste quando vi na TV que o outono vai começar. Não gosto de frio. Conto os dias para que chegue o verão e esse ano passou tão rápido! Mais, enfim, que venha o outono e depois o inverno. Vamos nos preparando para os dias frios. Seguem dicas sobre como cuidar de suas plantas no outono que retirei do site da Bebel (http://bbel.uol.com.br).

Por ser um período de transição entre o verão e o inverno, o outono apresenta características dessas duas estações, ainda que amenizadas. As plantas saem de uma época de abundantes chuvas e iluminação e preparam-se para enfrentar períodos de estiagem e baixas temperaturas.

Com o início do outono os cuidados com as plantas começam a ser redobrados para que elas cheguem saudáveis ao inverno. A estação é conhecida por ser o período de preparo para a dormência das plantas, que funciona como uma espécie de hibernação. Nessa época é preciso atenção com a poda, adubação e irrigação para não sobrecarregar a terra com nutrientes e água, prejudicando o desenvolvimento ou até mesmo matando a planta.

A poda é um recurso que deve ser mais explorado durante o outono, pois a retirada dos galhos e folhas em excesso facilita a penetração dos raios solares, essenciais para armazenar energia durante o período da dormência. Alexandre Zebral, paisagista, lembra que essa fase de queda das folhas é um processo natural antes da florescência e que quanto menos folhas com coloração amarelada, mortas ou galhos comprometidos e doentes mais energia a planta consegue armazenar. A paisagista Ana Paula Magaldi complementa, apontando que essa medida ajuda a fortalecer as plantas, além de priorizar o aspecto estético do jardim.

Alexandre menciona também que não se deve fazer podas drásticas no outono, pois isso interfere no desenvolvimento e armazenamento de energia. "As folhas que estão caídas aos pés das plantas devem ser retiradas e aquelas que vão florescer no final do outono ou inverno não devem passar pelo processo de poda", orienta. "Cada espécie pede um tipo de poda, mas o convencional é fazer algo simples, apenas para tirar as folhas secas", comenta Ana Paula. Para cuidar do jardim é preciso basicamente de um rastelo para retirar folhas, pás e tesoura de poda. Alexandre comenta que é preciso esterilizar as tesouras de poda para evitar que ao realizar um corte, a planta venha a ser contaminada com algum fungo ou bactéria presente no utensílio.

Fertilizantes são essenciais para que as plantas se desenvolvam bem, porém, quando aplicados em excesso, o efeito pode ser justamente o contrário. A recomendação de Ana Paula é adubar as plantas a cada 20 dias durante o outono, com preferência para os fertilizantes orgânicos. Alexandre concorda com Ana Paula e complementa justificando que os materiais orgânicos tendem a manter o solo úmido. "O fertilizante mais recomendado nesse período é o húmus de minhoca, mas o mercado também disponibiliza opções como a torta de mamona e a farinha de osso", lembra Alexandra Zebral.

A frequência com que se irriga as plantas também diminui, pois devido a baixa da temperatura, a perda de líquidos também é menor. "Se antes elas eram regadas a cada dois dias, no outono, dependendo da espécie, podem receber água com um intervalo maior. O ideal é regar a cada quatro dias, mas é preciso ficar atento quanto à umidade da terra", comenta Alexandre. Espécies que retém líquido, como os cactos, podem ser regadas a cada 15 dias, enquanto as que necessitam de mais água, como as bromélias, precisam de um intervalo menor de tempo entre uma irrigação e outra.

A baixa das temperaturas pode acarretar danos permanentes nas plantas, principalmente naquelas que são adaptadas para o clima tropical. Algumas espécies se adequam à mudança de temperatura, mas cuidados simples ajudam a minimizar o impacto ocasionado pelo frio. As variações bruscas de temperatura, quando os dias são quentes e as noites são geladas, podem ser causa de problemas para o jardim. Correntes de ar mais intensas também podem prejudicar o desenvolvimento das plantas.

As pragas que podem danificar as plantas são outro fator que merece atenção de quem está cuidando do jardim. O primeiro passo é identificar qual é o mal que está atacando para então buscar a melhor forma de exterminá-lo.

A prevenção varia de acordo com o agente causador do problema, portanto, antes de iniciar qualquer tratamento é preciso saber o que está atacando e qual é a forma menos agressiva para eliminar a praga", comenta Alexandre.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Cultivo de Plantas - Cultivo da Rosa








• Nome Científico: Rosa x grandiflora
• Nome Popular: Rosa, roseira, rosa-arbustiva, roseira-grandiflora
• Família: Rosaceae
• Divisão: Angiospermae
• Origem: China e Japão
• Ciclo de Vida: Perene

A rosa é a principal flor de corte comercial no mundo. Musa inspiradora de todas as artes, desde a pintura até a poesia, a rosa possui muitos significados em nossa cultura. Arbustiva e muito exigente em fertilidade e manejo a roseira aprecia o clima ameno. Além de flor de corte pode ser cultivada em vasos, isolada ou em grupos no jardim, formando charmosos maciços.

Suas flores originalmente são simples, mas com o melhoramento genético obtivemos milhares de variedades dobradas e de diversas cores e combinações. As hastes são longas e verdes, e apresentam acúleos (espinhos) e folhas pinadas, dividas em lóbulos de margens serrilhadas.

Deve ser cultivada sempre a pleno sol em solo corrigido e adubado com esterco curtido, farinha de ossos e cinzas. As regas devem ser regulares e as podas muito cuidadosas e corretas para estimular a floração. Multiplica-se por enxertia.

Autor: Raquel Patro
Fonte: www.jardineiro.net

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Cultivo de plantas - Cultivo do Antúrio



Nome Científico: Anthurium andraeanum
Nome Popular: Antúrio
Família: Araceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Colômbia
Ciclo de Vida: Perene

O antúrio é uma planta tradicional no paisagismo. Fez parte de uma moda antiga e teve o brilho renovado recentemente. Utilizada há muito tempo em vasos para decorar interiores, hoje em dia pode compor maciços e bordaduras em jardins externos também. O melhoramento genético proporcionou diversas variedades, com portes diferentes e flores de coloração vermelha, rosa e branca.

Exigente quanto à umidade, deve ser plantada sempre à meia-sombra, em substratos ricos em matéria orgânica, como a fibra de côco misturado com terra vegetal, com regas frequentes e adubação adequada para florescer.

Autor: Raquel Patro
Foto: Rita Barreto
Fonte: www.jardineiro.net

sábado, 28 de janeiro de 2012

Cultivo de plantas - Cultivo da Bromélia Aequimea


Nome Científico: Aechmea fasciata
Sinonímia: Bilbergia fasciata
Nome Popular: Aequimea, vaso-prateado, bromélia-aequimea
Família: Bromeliaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene

Uma das bromélias mais comercializadas, a Aequimea é normalmente vendida em vasos. Sua folhagem é rígida, com estriações verticais, espinhos nas bordas e apresenta escamas esbranquiçadas, principalmente quando a planta é jovem. A inflorescência, muito durável, também é rígida, formada por brácteas cor-de-rosa, cheias de espinhos nas bordas, e flores roxas delicadas.

Os frutos são pequenos e arredondados. A floração ocorre quando a planta está madura e recebeu iluminação e nutrientes suficientes. Após a floração a planta emite brotações laterais e morre. Muito indicada para a decoração de interiores durante a floração, após este período deve ser levada ao jardim para locais semi-sombreados, frescos e úmidos.

Devem ser cultivadas em substrato para epífitas, como casca e fibra de côco, areia, entre outros materiais, sempre à meia-sombra, irrigadas regularmente. Multiplica-se por separação das mudas laterais, quando estas atingem 2/3 do tamanho da planta mãe.

Autor: Raquel Patro
Foto: Rita Barreto
Para qualquer reutilização ou distribuição, acesse o link: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/
Fonte: www.jardineiro.net

sábado, 14 de janeiro de 2012

Plantas que atingem seu auge nos meses de calor


Saiu no site do Uol uma reportagem sobre plantas que ficam magestosas no verão. Coloquei aqui só as espécies mais comuns.

Orquídea chuva-de-ouro (Oncidium varicosum)

Com flores amarelas, a chuva-de-ouro atinge o auge de sua floração no verão. Esse tipo de orquídea deve ser cultivado à meia-sombra e em substrato adequado à espécie, como fibras de coco ou casca de pinus, entre outros materiais

Rosa (Rosa x grandiflora)

No verão, as roseiras estão no auge da sua floração. Essa popular flor de corte deve ser sempre regada pelo pé. Para permitir o nascimento de novos botões, apenas quando as rosas já estiverem bem abertas é possível cortá-las

Hibisco (Hibiscus rosa-sinensis)

O hibisco é uma das espécies mais cultivadas nos jardins brasileiros, devido ao seu rápido crescimento, beleza e rusticidade. Com flores exuberantes, deve ser cultivado a sol pleno, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica

Hortênsia (Hydrangea macrophylla)

A hortênsia exibe suas flores em formas de buquês na primavera e no verão. Para tanto, precisa de poda anual realizada no final do inverno. Os paisagistas utilizam essa espécie de diversas formas: bordadura, cerca viva ou isolada em vasos

Begonia sempre-florida (Begonia semperflorens)

Indicadas para o cultivo em vasos e jardineiras, as begônias ficam majestosas no verão desde que bem cuidadas. Isso significa que o cultivo precisa ser em pleno sol ou à meia-sombra, com substrato rico em matéria orgânica e regas regulares