Para quem é fã de decoração e gosta de estar antenada nas novas tendências, acontece em Belo Horizonte a 17ª edição da Casa Cor Minas Gerais. Começou em 20 de agosto e vai até 04 de outubro de 2011. Caso você não possa comparecer, seguem algumas fotos de alguns dos 56 ambientes:
Loft da Decoradora - Na minha opinião o ambiente mais bonito e clean.
Em detalhe o Loft da Decoradora. Ao fundo, quadros simetricamente dispostos. Um exemplo de que é possível misturar objetos Vintage com objetos contemporâneos.
Sala de Estar
Sala de Estar - Ao fundo um painel vertical com samambaias
Em detalhe o painel vertical de Samambaias
Loft da Jornalista Leila Ferreira - Lindíssimo o lustre
Loft 43
Home Office
Sala de TV
Varanda do Bem
Sala De Banho - Notem na prateleira com nichos para objetos e nas formas da banheira
Sala de Jantar dos amigos
Quarto do bebê
Fotos: Site do Uol
A idéia do blog nasceu de uma vontade de me expressar, ajudar outras pessoas e trocar idéias. O blog vai ter de tudo, como o próprio nome diz: Casa, coisas e fatos. Vou falar principalmente sobre a casa, mais pretendo falar de vários assuntos e também vou me aventurar a falar um pouco sobre espiritualidade, que é um tema bastante complexo. E afinal de contas, a espiritualidade é a nossa casa interna. Aceito críticas, sugestões e trocas de idéias. Espero que gostem. Boa leitura.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Como cuidar do colchão
Quando bem conservado, um colchão pode durar de 7 a 10 anos. Siga as dicas para manter a qualidade do seu colchão - e do seu sono - por muitos anos:
Use proteção
Proteja o colchão com forro ou capa e evite que a umidade e os líquidos atinjam sua estrutura.
Aspire bem
Passe aspirador de pó regularmente para mantê-lo limpo.
Tire as manchas
Use detergente para estofados e uma esponja macia para remover as manchas. Espere que o colchão seque bem antes de forrá-lo com o lençol.
Vire-o
Inverta a posição do colchão a cada quatro meses, girando o lado da cabeceira para o pé da cama. Isso evita deformações causadas pelo uso.
domingo, 28 de agosto de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Hóspede versus anfitrião
Na hora de receber visitas
Para evitar gafes, basta seguir algumas normas de gentileza. A visita deve proporcionar horas (ou dias) de descontração, prazer e divertimento. Para isso, você deverá cuidar de pequenos detalhes para que tudo saia da melhor maneira possível.
Dicas para o anfitrião:
Conhecer as normas de etiqueta e usar a criatividade para atualizá-las faz toda a diferença na hora de receber. O bom senso deve falar mais alto, sempre.
A formalidade da reunião é que vai determinar se os lugares à mesa serão marcados ou se bastam confortáveis almofadas para as pessoas se sentarem no chão. Dessa forma, um simples chazinho da tarde pode se transformar em horas de puro deleite!
Para obter uma boa impressão, perfume e decore a casa com flores. Espalhe vasos e preste atenção em detalhes que às vezes são esquecidos, como a arrumação e iluminação do banheiro, por exemplo.
Nunca convide um número de pessoas maior do que sua casa pode acolher.
Nada de pessoas espalhadas pelos cômodos da residência por falta de espaço ou aglomeradas sem conforto no sofá, varanda ou sala de estar.
Por mais bem humorados que sejam os convidados, este incômodo pode render situações constrangedoras.
Falando em constrangimento, não tente dar uma de reconciliador e convidar pessoas que não se falam há algum tempo ou convidar pessoas que você sabe que não têm nada em comum umas com as outras. Como aquela tia e o cunhado que vivem trocando "elogios".
Quem aguarda convidados para passar uns dias em casa e está no meio de uma reforma, com problemas pessoais ou no trabalho deve adiar o convite. Lembre: em momentos mais tranqüilos, você pode curtir melhor a temporada com o amigo.
Para hospedar:
Prepare com carinho um canto para o hospede, não é porque você não tem um quarto de hóspede que vai deixar de receber, nesse caso, um sofá-cama na sala de TV ou no escritório resolve o problema. O que não pode faltar são itens como roupa de cama limpa, lugar para a mala e artigos de higiene no banheiro.
Explique como funcionam os equipamentos, inclusive a máquina de lavar, e os hábitos domésticos. Abra os armários, mostre onde guarda as coisas na cozinha.
Nunca deixe de ser você, por exemplo, se você não usa sapatos em casa, reserve pantufas para os hóspedes. Mas isso não significa ser inflexível. Não fique louco se o hóspede quebrar um copo, colocar a mala sobre a cama ou circular só de roupa íntima. Para evitar contratempos assim, explique a rotina em detalhes. Deixe claro, por exemplo, que fumar em casa incomoda.
Abasteça a geladeira e encha os armários com alguns excessos. Deixe à vista algumas comidinhas, como biscoitos e pãezinhos, e uma garrafa térmica sempre cheia de café. Assim você evita que alguém passe fome por vergonha de lhe incomodar.
No dia da chegada, mostre como funciona o ventilador e ar condicionado, chuveiro, o controle remoto da tv, telefone e micro-ondas. Mostre também os armários onde estão guardados copos, pratos e talheres, além das gavetas no quarto onde é possível encontrar roupas de cama e de banho extra. Ofereça uma cópia das chaves da casa e explique qual chave abre cada porta, para que as visitas sintam-se à vontade para entrar e sair quando quiserem.
Faça uma limpeza caprichada no banheiro. Verifique os cestos de lixo, se há papel higiênico suficiente e coloque toalhas de banho e de rosto à vista. Se forem novas, lave-as ao menos duas vezes, para retirar a goma. Reserve para seu convidado um kit com produtos de higiene básicos, como sabonete, xampu e condicionador, cotonetes, absorventes, aparelho de barbear com lâmina, escova de dentes, creme e fio dental.
Dicas para o hóspede: entre, mas a casa não é sua
O hóspede ideal deve ser meio invisível. Ou seja: não interfere no cotidiano doméstico.
Reserve um tempo com o anfitrião, mas se ele não puder passear com você é melhor se virar sozinho. Mantenha a arrumação geral, a higiene do banheiro (roupa íntima pendurada, nem pensar!) e a louça limpa. Procure saber onde tem papel toalha, desinfetante, pano de chão.
Outra regra: perceba o ritmo doméstico. Se todos acordam cedo, por exemplo, não chegue em altas horas da balada.
Seja prestativo, prepare um chá ou café.
Se você se dá bem com as panelas e o anfitrião concorda, promova um jantar.
Cuidado porém com o limite da intimidade: não seja espaçoso, exemplo: passar o dia vendo TV. Só traga namorado(a) se o relacionamento for sério.
Uma dúvida não quer calar: a duração da estadia. Ela tem o prazo máximo de uma semana e jamais prorrogue o período combinado.
Antes de ir embora, ofereça uma gratificação para a empregada e informe o dono da casa sobre a caixinha
Mimos para o anfitrião:
• Leve algo típico de sua cidade (bananada, goiabada ou qualquer outro produto artesanal). É simpático!
• Estrangeiros adoram ganhar livros com fotos da Amazônia - ou de outras exuberantes paisagens tropicais -, CDs de música brasileira, cachaças mineiras envelhecidas.
• Durante a estadia, se perceber algo que o dono da casa deseja (um objeto para a casa, um livro, uma garrafa de certo tipo de vinho), não hesite, compre. Mas não faça disso um sacrifício financeiro: é mais um exercício mental de descobrir o que o anfitrião curte"
• Ao ir embora, deixe um bilhete de agradecimento com um belo arranjo de flores naturais. Esse é um gesto delicado e que causa ótima impressão - a última, nesse caso, também fica.
Itens simpáticos para o hóspede
• Além de lençóis e toalhas bem passados sobre a cama, coloque no recanto do convidado um guia da cidade e um suplemento cultural da semana.
• Prepare um kit sobrevivência, deixe ainda água mineral, frutas, bolachinhas, barra de cereal, chocolate e salgadinho (aperitivo) numa cesta para caso eles ficarem com vergonha de levantar de noite para beber água ou comer algo, deixe um despertador, luminária e revistas ou livros.
• No banheiro, separe um kit extra de higiene com toalhas Limpas, sabonete e pasta de dente, artigos de toalete e remédios. Não se esqueça de reservar uma parte de seu armário com cabides ou até mesmo gavetas.
• Se o visitante tiver que dormir no colchão no chão, coloque sobre um tatame ou esteira para parecer mais confortável.
Claudia Matarazzo adora citar uma comparação bem-humorada: "Hóspede é como uísque: dá dor de cabeça se é ruim e deixa alegre quando é bom".
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Vença a bagunça hoje!
Arrumar a casa pode ficar bem mais simples quando você identificar o principal obstáculo que fica entre você e a organização.
O acúmulo também é um grande inimigo da organização doméstica. Não é nada difícil remover o acúmulo dos nossos ambientes, e você pode resolver isso hoje mesmo, de maneira definitiva, seguindo estes passos:
1 – Reconheça o acúmulo do seu ambiente
Objetos inservíveis têm muitas faces. Alguns exemplos simples podem ser:
• Revistas de notícias e jornais já lidos
• Cabos e conectores para aparelhos que você não usa mais
• A apostila que você já desistiu de estudar mas não quer admitir
• Suprimentos que você mantém à mão “para o caso de …” mas este caso nunca acontece
• Aquelas roupas que não são usadas há 3 invernos
• O talão de estacionamento do ano retrasado que continua atrás do pára-sol do carro
• Moedas que deveriam estar circulando mas estão ocupando espaço num pote
• As ferramentas que deveriam ter sido devolvidas pra área de serviço mas acabaram pernoitando e se instalando na gaveta do quarto
• Aquele tempero que você provou, detestou e mesmo assim guardou no pote
• Etc., etc., etc.
Reconhecer que há acúmulo geralmente conduz à imediata constatação de que na verdade há muito acúmulo, e à conclusão de que removê-lo tornará muito mais simples manter seu ambiente organizado, e deixará este ambiente muito mais agradável e espaçoso.
2 – Identifique os 4 destinos
Nem todo acúmulo é inservível. Parte do que você encontrar só precisará ser guardado de volta no lugar de onde foi retirado. Para outra parte você precisará encontrar lugares adequados, melhores do que os atuais. Estes são os 2 casos em que é relativamente simples encontrar destinos.
Um destino mais trabalhoso, mas que costuma ser o mais recompensador, é encontrar pessoas (ou entidades) para as quais aquilo que para você é um trambolho acumulador de pó e ocupante de espaço nobre será de grande utilidade, ou até mesmo um luxo.
Às vezes é possível vender, em muitas outras é preferível doar – e mesmo itens total ou parcialmente danificados podem encontrar alguém disposto a colocar em prática aquele conserto que você vem adiando há anos.
E, ao menos quando se trata de coisas que até recentemente estavam ocupando espaço nobre na casa, geralmente o quarto destino é o mais doloroso: a lata de lixo reciclável. Pode doer o ato de jogar fora algo que estava guardado, mas se não serve para ninguém, reciclar é bem melhor do que manter indefinidamente.
3 – Zere o seu saldo negativo
Com o acúmulo reconhecido e os 4 destinos identificados, é hora de atacar a sua casa, um cômodo por vez.
Normalmente a estratégia de vitórias parciais não é boa para arrumações domésticas, mas esta é uma exceção: uma boa caça aos acúmulos mais visíveis em cada ambiente da casa, sem gastar mais do que 15 minutos em cada cômodo, vai dar uma cara nova a tudo, e potencialmente estimular a que você repita a dose nos dias seguintes, mais detidamente em cada ambiente, até zerar o acúmulo completamente.
Antes de começar cada rodada (seja a da casa inteira, ou a detalhada em cada cômodo), separe 3 caixas e escreva em cada uma delas: GUARDAR, DOAR e RECICLAR. Leve-as consigo e assim poderá se concentrar na tarefa de remover o acúmulo propriamente, deixando as ações posteriores (guardar, doar, reciclar) só para o final do período.
Ter um timer ou despertador à mão e programá-lo para tocar pode ajudar muito: para que você mantenha o ritmo e a motivação até zerar o acúmulo da casa.
4 – Impeça novos acúmulos
Tire da pilha de leituras a revista de notícias e o jornal assim que tiverem sido lidos. Desenvolva o hábito de jogar imediatamente no cesto de reciclagem todos os papéis cuja utilidade não seja bem clara. Não mantenha no guarda-roupas as roupas que não têm perspectiva de voltar a servir, ou que estão com um defeito que você já sabe que nunca vai consertar.
De modo geral, acostume-se a não ver mais o ato de “guardar” como se fosse um substituto light para “adiar a hora de jogar fora”, e nem confunda mais “guardar” com “colocar onde ninguém vê para parecer tudo organizado”.
Este passo também inclui repensar as estruturas de armazenamento da sua casa. Alguns organizadores de gavetas e bancadas, umas prateleiras discretas e caixas bem planejadas podem mudar a realidade dos ambientes.
5 – Inclua na sua rotina
Mesmo que você atinja a perfeição na hora de impedir novos acúmulos, eles ainda ocorrerão: é da natureza humana mudar de opinião sobre os objetos ao seu redor, e o que hoje é bonito e prático amanhã será aquele objeto que fica no seu caminho.
Se você não lembrar disso, em breve precisará recomeçar desde o passo 1. Mas se incluir na sua agenda semanal meia hora para uma revisão geral dos seus ambientes, ou passar a dar atenção específica a isso enquanto trata de outras tarefas de organização doméstica, vai dar para adiar o novo ciclo completo por mais algum tempo.
Fonte: http://www.efetividade.net
O acúmulo também é um grande inimigo da organização doméstica. Não é nada difícil remover o acúmulo dos nossos ambientes, e você pode resolver isso hoje mesmo, de maneira definitiva, seguindo estes passos:
1 – Reconheça o acúmulo do seu ambiente
Objetos inservíveis têm muitas faces. Alguns exemplos simples podem ser:
• Revistas de notícias e jornais já lidos
• Cabos e conectores para aparelhos que você não usa mais
• A apostila que você já desistiu de estudar mas não quer admitir
• Suprimentos que você mantém à mão “para o caso de …” mas este caso nunca acontece
• Aquelas roupas que não são usadas há 3 invernos
• O talão de estacionamento do ano retrasado que continua atrás do pára-sol do carro
• Moedas que deveriam estar circulando mas estão ocupando espaço num pote
• As ferramentas que deveriam ter sido devolvidas pra área de serviço mas acabaram pernoitando e se instalando na gaveta do quarto
• Aquele tempero que você provou, detestou e mesmo assim guardou no pote
• Etc., etc., etc.
Reconhecer que há acúmulo geralmente conduz à imediata constatação de que na verdade há muito acúmulo, e à conclusão de que removê-lo tornará muito mais simples manter seu ambiente organizado, e deixará este ambiente muito mais agradável e espaçoso.
2 – Identifique os 4 destinos
Nem todo acúmulo é inservível. Parte do que você encontrar só precisará ser guardado de volta no lugar de onde foi retirado. Para outra parte você precisará encontrar lugares adequados, melhores do que os atuais. Estes são os 2 casos em que é relativamente simples encontrar destinos.
Um destino mais trabalhoso, mas que costuma ser o mais recompensador, é encontrar pessoas (ou entidades) para as quais aquilo que para você é um trambolho acumulador de pó e ocupante de espaço nobre será de grande utilidade, ou até mesmo um luxo.
Às vezes é possível vender, em muitas outras é preferível doar – e mesmo itens total ou parcialmente danificados podem encontrar alguém disposto a colocar em prática aquele conserto que você vem adiando há anos.
E, ao menos quando se trata de coisas que até recentemente estavam ocupando espaço nobre na casa, geralmente o quarto destino é o mais doloroso: a lata de lixo reciclável. Pode doer o ato de jogar fora algo que estava guardado, mas se não serve para ninguém, reciclar é bem melhor do que manter indefinidamente.
3 – Zere o seu saldo negativo
Com o acúmulo reconhecido e os 4 destinos identificados, é hora de atacar a sua casa, um cômodo por vez.
Normalmente a estratégia de vitórias parciais não é boa para arrumações domésticas, mas esta é uma exceção: uma boa caça aos acúmulos mais visíveis em cada ambiente da casa, sem gastar mais do que 15 minutos em cada cômodo, vai dar uma cara nova a tudo, e potencialmente estimular a que você repita a dose nos dias seguintes, mais detidamente em cada ambiente, até zerar o acúmulo completamente.
Antes de começar cada rodada (seja a da casa inteira, ou a detalhada em cada cômodo), separe 3 caixas e escreva em cada uma delas: GUARDAR, DOAR e RECICLAR. Leve-as consigo e assim poderá se concentrar na tarefa de remover o acúmulo propriamente, deixando as ações posteriores (guardar, doar, reciclar) só para o final do período.
Ter um timer ou despertador à mão e programá-lo para tocar pode ajudar muito: para que você mantenha o ritmo e a motivação até zerar o acúmulo da casa.
4 – Impeça novos acúmulos
Tire da pilha de leituras a revista de notícias e o jornal assim que tiverem sido lidos. Desenvolva o hábito de jogar imediatamente no cesto de reciclagem todos os papéis cuja utilidade não seja bem clara. Não mantenha no guarda-roupas as roupas que não têm perspectiva de voltar a servir, ou que estão com um defeito que você já sabe que nunca vai consertar.
De modo geral, acostume-se a não ver mais o ato de “guardar” como se fosse um substituto light para “adiar a hora de jogar fora”, e nem confunda mais “guardar” com “colocar onde ninguém vê para parecer tudo organizado”.
Este passo também inclui repensar as estruturas de armazenamento da sua casa. Alguns organizadores de gavetas e bancadas, umas prateleiras discretas e caixas bem planejadas podem mudar a realidade dos ambientes.
5 – Inclua na sua rotina
Mesmo que você atinja a perfeição na hora de impedir novos acúmulos, eles ainda ocorrerão: é da natureza humana mudar de opinião sobre os objetos ao seu redor, e o que hoje é bonito e prático amanhã será aquele objeto que fica no seu caminho.
Se você não lembrar disso, em breve precisará recomeçar desde o passo 1. Mas se incluir na sua agenda semanal meia hora para uma revisão geral dos seus ambientes, ou passar a dar atenção específica a isso enquanto trata de outras tarefas de organização doméstica, vai dar para adiar o novo ciclo completo por mais algum tempo.
Fonte: http://www.efetividade.net
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Plantas para ambientes fechados
Publiquei no blog, logo nas primeiras postagens no mês de maio, um artigo sobre plantas para interiores. Agora vou publicar fotos para melhor identificação e mais algumas informações.
Zamioculca
Uma das plantas mais usadas em ambientes internos, a Zamioculca continua bonita mesmo quando não recebe os cuidados adequados. Precisa ser regada somente uma vez por semana e fica bem tanto em ambientes com luz, quanto sem luz - mas é bom evitar sol direto, que pode queimar suas folhas. Nome cientifico: Zamioculcas zamiifolia
Minicactos
Esses pequenos cactos são encontrados até em supermercados e são ótimos para compor arranjos. Ao contrário dos cactos grandes, eles não devem ser expostos à luz direta do sol e ficam melhor em ambientes internos bem iluminados. Para saber quando regar, verifique se a terra está seca - em geral as regas são semanais. Nome cientifico: Mamillaria SP
Palmeira Chamaedórea
Uma das mais populares plantas para interior, a palmeira chamaedorea fica bem em vasos e não passa dos dois metros de altura. "É muito fácil de cuidar: gosta de ambientes úmidos e longe da luz direta do sol", diz a paisagista Marisa Lima. A rega tem que ser frequente, para manter a terra sempre úmida. Nome cientifico: Chamaedorea elegans
Palmeira Ráfis
Com múltiplos caules semelhantes ao bambu, a Ráfis cresce ereta como suas folhas plissadas próximas. É muito usada sozinha em vasos para escritórios ou para montar jardins de inspiração oriental. Fica bem em todo tipo de iluminação. É importante regá-la com frequência sem encharcar seu substrato. Nome cientifico: Rhapis excelsa
Pleomele
Muito vistosa, a Pleomele pode ter as folhas com as bordas brancas ou verde-limão. É muito usada em ambientes internos, mas deve-se prestar atenção se ela está se adaptando à baixa luminosidade. Caso ela comece a perder folhas, é melhor colocar em ambiente mais claro, mas não necessariamente diretamente ao sol. Nome cientifico: Dracaena reflexa
Lírios da paz
Esta é uma das poucas plantas que florescem na sombra. Se seu jardim é sombreado, mas com bastante claridade, abuse desta espécie. O sol direto queima suas folhas! Mantenha-a sempre adubada e seu solo úmido. Nome cientifico: Spathiphyllum wallisi
Violeta
Uma das mais tradicionais plantas decorativas, a violeta tem grande variedade de cores, permitindo criar composições com seus vasinhos. Em mesas, parapeito de janelas... Ela fica bem nos mais variados ambientes. O importante é garantir que seja exposta somente à luz indireta. Regar uma ou duas vezes por semana também é fundamental, sem molhar as folhas e flores. Nome cientifico: Saintpaulia ionantha
Antúrio
Por suas flores vistosas, o Antúrio é um clássico decorativo. Tradicionalmente, é usado em vasos, mas de uns tempos para cá também passou a compor o paisagismos de jardins, sob a sombra de outras plantas. É essencial que fique à meia sombra, sem receber diretamente a luz do sol. Entretanto, também não pode ficar em ambientes escuros. Nome cientifico: Anthurium andreanum
Jiboia
Uma das poucas trepadeiras para ambientes internos, a Jiboia cresce apoiada a substratos, como xaxins ou outras plantas. Esta planta tem as folhas coloridas, mas se ficar somente na sombra, suas folhas serão pequenas e verdes. É exatamente sua coloração em tons de verde e amarelo que faz com que seja muito usada na decoração. A rega deve ser feita com frequência, para manter o substrato úmido. Nome cientifico: remnum pinnatum
Singônio
As folhas do Singônio têm nervuras brancas quando jovens e ficam completamente verdes depois da madura. Devido ao seu formato, é muito usado para decoração em vasos ou como forragem em jardins e arranjos. Ele deve ser cultivado à meia sombra e regado com frequência para manter a terra úmida. Nome cientifico: Syngonium angustatum
Babosa de pau
Com folhas brilhantes de textura semelhante à do couro, a Babosa de pau é ótima para compor jardins internos verdes. Deve ser cultivada sem luz direta do sol e não é resistente ao frio, por ser uma planta tropical. As regas devem ser feitas sempre que o solo estiver secando. Nome cientifico: Philodendron martianum
Filodendro Cascata
Ele tem a folha em formato de coração e é uma planta tipicamente brasileira, originária do Pais. O Filodendro cascata em vasos costuma ficar bem em qualquer ambiente. Deve ser mantido longe na luz direta do sol, mas o ambiente deve ser iluminado. Deve ser regado quando a camada superficial da terra estiver seca. Nome cientifico: Philodendron cascata
Bromélia
Sua inflorescência em tons vermelhos contrastando com o verde escuro das folhas torna a Bromélia uma das flores mais decorativas para ambientes internos. O sol direto queima suas folhas, por isso deve receber apenas claridade indireta. É plantada em substrato para epífitas. Deve ser regada a cada dois dias, limpando-se o seu centro para evitar proliferação de mosquitos. Nome cientifico: Guzmania ligulata
Jade
A Jade parece uma miniárvore. Ela demora para florescer, mas vale a pena esperar. "Sua inflorescência tem um colorido de verde azulado único", recomenda a paisagista Marisa Lima. É muito fácil de cuidar: a Jade se dá bem em qualquer solo que não fique muito úmido e deve receber luz direta do sol pelo menos durante uma parte do dia. Nome cientifico: Crassula ovata
Fonte: M de Mulher
Zamioculca
Uma das plantas mais usadas em ambientes internos, a Zamioculca continua bonita mesmo quando não recebe os cuidados adequados. Precisa ser regada somente uma vez por semana e fica bem tanto em ambientes com luz, quanto sem luz - mas é bom evitar sol direto, que pode queimar suas folhas. Nome cientifico: Zamioculcas zamiifolia
Minicactos
Esses pequenos cactos são encontrados até em supermercados e são ótimos para compor arranjos. Ao contrário dos cactos grandes, eles não devem ser expostos à luz direta do sol e ficam melhor em ambientes internos bem iluminados. Para saber quando regar, verifique se a terra está seca - em geral as regas são semanais. Nome cientifico: Mamillaria SP
Palmeira Chamaedórea
Uma das mais populares plantas para interior, a palmeira chamaedorea fica bem em vasos e não passa dos dois metros de altura. "É muito fácil de cuidar: gosta de ambientes úmidos e longe da luz direta do sol", diz a paisagista Marisa Lima. A rega tem que ser frequente, para manter a terra sempre úmida. Nome cientifico: Chamaedorea elegans
Palmeira Ráfis
Com múltiplos caules semelhantes ao bambu, a Ráfis cresce ereta como suas folhas plissadas próximas. É muito usada sozinha em vasos para escritórios ou para montar jardins de inspiração oriental. Fica bem em todo tipo de iluminação. É importante regá-la com frequência sem encharcar seu substrato. Nome cientifico: Rhapis excelsa
Pleomele
Muito vistosa, a Pleomele pode ter as folhas com as bordas brancas ou verde-limão. É muito usada em ambientes internos, mas deve-se prestar atenção se ela está se adaptando à baixa luminosidade. Caso ela comece a perder folhas, é melhor colocar em ambiente mais claro, mas não necessariamente diretamente ao sol. Nome cientifico: Dracaena reflexa
Lírios da paz
Esta é uma das poucas plantas que florescem na sombra. Se seu jardim é sombreado, mas com bastante claridade, abuse desta espécie. O sol direto queima suas folhas! Mantenha-a sempre adubada e seu solo úmido. Nome cientifico: Spathiphyllum wallisi
Violeta
Uma das mais tradicionais plantas decorativas, a violeta tem grande variedade de cores, permitindo criar composições com seus vasinhos. Em mesas, parapeito de janelas... Ela fica bem nos mais variados ambientes. O importante é garantir que seja exposta somente à luz indireta. Regar uma ou duas vezes por semana também é fundamental, sem molhar as folhas e flores. Nome cientifico: Saintpaulia ionantha
Antúrio
Por suas flores vistosas, o Antúrio é um clássico decorativo. Tradicionalmente, é usado em vasos, mas de uns tempos para cá também passou a compor o paisagismos de jardins, sob a sombra de outras plantas. É essencial que fique à meia sombra, sem receber diretamente a luz do sol. Entretanto, também não pode ficar em ambientes escuros. Nome cientifico: Anthurium andreanum
Jiboia
Uma das poucas trepadeiras para ambientes internos, a Jiboia cresce apoiada a substratos, como xaxins ou outras plantas. Esta planta tem as folhas coloridas, mas se ficar somente na sombra, suas folhas serão pequenas e verdes. É exatamente sua coloração em tons de verde e amarelo que faz com que seja muito usada na decoração. A rega deve ser feita com frequência, para manter o substrato úmido. Nome cientifico: remnum pinnatum
Singônio
As folhas do Singônio têm nervuras brancas quando jovens e ficam completamente verdes depois da madura. Devido ao seu formato, é muito usado para decoração em vasos ou como forragem em jardins e arranjos. Ele deve ser cultivado à meia sombra e regado com frequência para manter a terra úmida. Nome cientifico: Syngonium angustatum
Babosa de pau
Com folhas brilhantes de textura semelhante à do couro, a Babosa de pau é ótima para compor jardins internos verdes. Deve ser cultivada sem luz direta do sol e não é resistente ao frio, por ser uma planta tropical. As regas devem ser feitas sempre que o solo estiver secando. Nome cientifico: Philodendron martianum
Filodendro Cascata
Ele tem a folha em formato de coração e é uma planta tipicamente brasileira, originária do Pais. O Filodendro cascata em vasos costuma ficar bem em qualquer ambiente. Deve ser mantido longe na luz direta do sol, mas o ambiente deve ser iluminado. Deve ser regado quando a camada superficial da terra estiver seca. Nome cientifico: Philodendron cascata
Bromélia
Sua inflorescência em tons vermelhos contrastando com o verde escuro das folhas torna a Bromélia uma das flores mais decorativas para ambientes internos. O sol direto queima suas folhas, por isso deve receber apenas claridade indireta. É plantada em substrato para epífitas. Deve ser regada a cada dois dias, limpando-se o seu centro para evitar proliferação de mosquitos. Nome cientifico: Guzmania ligulata
Jade
A Jade parece uma miniárvore. Ela demora para florescer, mas vale a pena esperar. "Sua inflorescência tem um colorido de verde azulado único", recomenda a paisagista Marisa Lima. É muito fácil de cuidar: a Jade se dá bem em qualquer solo que não fique muito úmido e deve receber luz direta do sol pelo menos durante uma parte do dia. Nome cientifico: Crassula ovata
Fonte: M de Mulher
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Mensagem da Brahma Kumaris - World Spiritual University
Precisão
“Precisão é a habilidade de viver em muitos mundos diferentes ao mesmo tempo – trabalho, casa, sociedade – e ainda assim mantê-los distintos. É dar-se completamente ao que você está fazendo e então prosseguir. Para ser preciso você tem que cuidar de tudo sem ser apegado a nada.”
BRAHMA KUMARIS
Para indicar o recebimento dessas mensagens a um colega por favor sugerir que acesse: www.bkumaris.org.br/cadastro
Site da Brahma Kumaris internacional: http://www.bkwsu.org/
Site da Brahma Kumaris no Brasil: http://www.bkwsu.org/brazil/
“Precisão é a habilidade de viver em muitos mundos diferentes ao mesmo tempo – trabalho, casa, sociedade – e ainda assim mantê-los distintos. É dar-se completamente ao que você está fazendo e então prosseguir. Para ser preciso você tem que cuidar de tudo sem ser apegado a nada.”
BRAHMA KUMARIS
Para indicar o recebimento dessas mensagens a um colega por favor sugerir que acesse: www.bkumaris.org.br/cadastro
Site da Brahma Kumaris internacional: http://www.bkwsu.org/
Site da Brahma Kumaris no Brasil: http://www.bkwsu.org/brazil/
Assinar:
Postagens (Atom)





























